Preservar a memória e conservar a saudade

“Se os médicos salvam vidas, o cerimonialista funerário salva memorias”.

Esta frase não é minha, mas diz respeito a todos os funerários que buscam – no exercício de sua missão – encontrar respostas para famílias que não querem  ouvir só  um “sinto muito ou lamento sua perda”.

O cerimonialista funerário, a cada dia mais, faz parte da nossa atividade. O contexto do seu trabalho não se resume a sua fala nos últimos momentos da homenagem póstuma (funeral). É, na realidade, resultado de toda atividade funerária desenvolvida desde o momento da retirada do corpo do local do óbito, passa pelas tratativas administrativas, a preparação do corpo, sua apresentação na sala de velar e a finalização com o ato solene e cortejo fúnebre.

Cerimonial é desta forma a soma de todos os atos e estes precisam de uma harmonia e sincronização com todas as  fases. O resultado final, quando tudo é feito com profissionalismo e delicadeza de propósito, é uma lembrança eterna de um momento marcante. Uma forma de conservar a saudade mas não a tristeza.

Assim pensa este aprendiz dos mestres funerarios Ilso Sanches Parra e Mario Berlingieri.

Bom final de domingo e

Abraço a todos

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