No final de março uma notícia circulou o mundo e chamou atenção: “milhares de corvos tomam o céu de Tel Aviv”, anunciava o título e a maior parte dos leitores interpretou como um mal presságio.
Primeiro porque a região está em guerra e segundo por causa das escrituras bíblicas que trazem uma série de acontecimentos “proféticos” acontecidos por alí.
A notícia em si não era mesmo das mais felizes: “Imagens registraram as aves voando ao redor de prédios altos em Tel Aviv. O movimento coletivo das aves formou massas escuras e dinâmicas no céu, impressionando moradores e quem assistia às imagens pela dimensão do fenômeno”.
Daí a alguém interpretar como um sinal de catástrofe iminente foi imediato.
Fato é que, de acordo com os especialistas, não há nada de sobrenatural no ocorrido, mas sim um evento típico de migração sazonal em uma das rotas mais movimentadas do planeta.
Os estudiosos destacam que cerca de 500 milhões de aves atravessam Israel todos os anos durante a migração da primavera: “é comum que corvos-cinzentos se concentrem em áreas urbanas durante o período de reprodução”.
Até o momento, nada de pior (afinal o que eles vivem já é horrível) aconteceu em Israel, felizmente.
O começo – os maus presságios surgem da combinação de tradições culturais, medos psicológicos, observação de fenômenos naturais e simbolismos históricos que a humanidade construiu ao longo do tempo para tentar prever ou explicar eventos negativos. E tem cada superstição estranha!
Com certeza você já ouviu falar que não devemos deixar o chinelo virado, pois atrai a morte de um dos pais; Se escutar o canto de uma coruja, algo de ruim vai acontecer ou se ouvir cachorros uivando de madrugada, alguma desgraça chegará.
Mesmo que a gente não acredite em nada disso, ainda haverá que procure se distanciar das situações para evitar que algo de ruim aconteça.
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