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Empresa transforma pessoas mortas em discos de vinil

A indústria da morte cresce e inova sempre. Há agora inúmeras formas de manter viva a memória dos entes queridos.

A Revista Diretor Funerário vive trazendo  novidades na forma de “conservar” os restos mortais. Muito além do sepultamento ou da cremação, a ultima morada hoje em dia pode ser no espaço, num recife de corais, numa capsula do tempo, numa obra de arte, numa joia e até mesmo num disco de vinil.

And Vinyly é o nome da empresa britânica que transforma as cinzas da cremação em discos de vinil. A empresa de Jason Leach, de 46 anos, faz parte de um setor em rápida ascensão na indústria da morte em que guardar as cinzas num pote ou espalhá-las no mar começa a ser algo do passado. As cinzas que sobram dos entes queridos podem agora ser materializadas em vários objetos, canecas, vasos de flores, diamantes, e no caso desta empresa, em discos de vinil, algo que já se faz há 10 anos.

Hobson, um escultor de 69 anos, recorreu a este serviço quando a sua mãe morreu e acredita que esta, devota fiel, aprovaria integralmente a sua decisão. No disco de vinil, feito através das cinzas, guarda memórias de conversas que teve com a mãe durante a sua vida. A maioria das conversas ali eternizadas são conversas sobre a família.

Hobson dividiu as cinzas da mãe em partes iguais e no total, foram gravados 15 discos para familiares e amigos. “Acredito que a And Vinyly ajudou, sem dúvida, a manter a memória de minha mãe viva”, confessou Hobson.

Fonte BBC

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