Vida de funerário

Não bata, não engane um funerário, ele morre mas não esquece.

Todo mundo já ouvi falar as frases
” bate que eu me apaixono ” ou
” me engana que eu gosto “.
O dito popular cabe perfeitamente para alguns funerários, que hoje pagam pela realização de cada tanatopraxia um valor, para que lhes sejam fornecido por vídeo um atestado, de validade duvidosa e nenhuma utilidade. Pagar por um serviço não tem nada de idiota, agora pagar, para justamente aquele que armou e conspirou contra nosso setor, para que a norma impusesse a obrigatoriedade de serviços como o dele, é pior que dizer as frases acima em alto e bom tom, é colocar o lobo dentro do galinheiro e apagar as luzes.
Mas como cada um é livre para ser e fazer o que bem entender, não vamos, como entidade, tomar nenhuma atitude contrária em relação a esta prática, que está enriquecendo sem causa o seu criador. Se é bom para ele, se tem quem gosta de fazer o papel de marido traído, que assim seja, agora que se registre: nem todos aceitam e concordam.
Perdoamos todos nossos inimigos mas nunca esquecemos seus nomes, do seu lembramos muito bem Doutor, ja nos punhalou uma vez pelas costas. Não nos engana mais, pelo menos não a todos.

Lourival Panhozzi
Pres. ABREDIF/SEFESP

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